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Áreas de Atuação

Perfil

 

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Sou Psicóloga formada pela Universidade de Brasília – UnB em 1984.

Tenho curso de Especialização em Psicodrama Pós-Graduação Lato Sensu pelo Instituto Mineiro de Psicodrama Jacob Levy Moreno em parceria com a Faculdade Metropolitana de Belo Horizonte, tendo apresentado a Monografia O Drama da Vida e o Encontro com Moreno.

Possuo os títulos de Especialista em Psicologia Clínica pelo Conselho Regional de Psicologia – CRP 04/4573;  Psicodramatista,  Psicodramatista Didata  e Psicodramatista  Didata  Supervisor - Foco Psicoterápico pela Federação Brasileira de Psicodrama – FEBRAP.

Fui Membro Terapeuta da Clínica Social de Psicoterapia no período de 1994 a 1999.

Sou fundadora do Instituto Mineiro de Psicodrama Jacob Levy Moreno – IMPSI.

Fui Sócia e Diretora de Ensino e Ciência do IMPSI no período de 1995 a 2008.

No IMPSI desenvolvi as atividades de Coordenar o curso de Pós-Graduação em Psicodrama Lato Sensu em parceria com a Faculdade Metropolitana de Belo Horizonte e de Ministrar a disciplina Psicodrama e Jogos Dramáticos.

Fui Psicoterapêuta da Clínica Espaço Crescer Viver de 2007 a 2010, atuando também como corresponsável e palestrante da Escola de Pais neste período.

Atuo, desde 1992, em consultório particular, com Psicoterapia Psicodramática de crianças, adolescentes, adultos, casal e/ou família, individual e em grupo.

Também desenvolvo trabalhos de Consultoria em empresas, escolas e instituições tendo como objetivo o desenvolvimento das relações interpessoais.

 

Revista Brasileira de Psicodrama

versão On-line ISSN 2318-0498

Volume 25 Número 2 São Paulo Dezembro/2017

 

O JOGO DRAMÁTICO NA GESTÃO POR COMPETÊNCIA

 

RESUMO

Este artigo tem como objetivo discutir a aplicabilidade de um instrumento de desenvolvimento e avaliação de aptidões em uma instituição financeira. Visa especificamente validar o jogo dramático na Gestão por Competência, que propiciou a 360 participantes de grupos focais liberar a espontaneidade e a criatividade, essenciais para o aprendizado, o desenvolvimento, a avaliação e o aperfeiçoamento de suas habilidades e atitudes, bem como identificar colaboradores com maior aderência às sete capacidades consideradas mais expressivas para o melhor desempenho institucional. Demonstramos como resultados que esta metodologia permite o aprofundamento das reflexões sobre a inovadora atuação de colaboradores em grupos operacionais, aliado ao aprimoramento do papel de direção em Psicodrama com utilização de jogos dramáticos no âmbito organizacional.

Palavras-chave: psicodrama, jogos, percepção de papel, competência profissional, avaliação de desempenho

Veja o artigo na íntegra no site da Revista Brasileira de Psicodrama:

http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-53932017000200006

 

Equitação se torna salto certeiro para psicóloga

Guyanne Araújo - Hoje em Dia

Reportagem publicada em 18/04/2015

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Quando Saskia Andrade de Vasconcelos, de 53 anos, tinha apenas sete de idade, viveu uma experiência marcante. A convite de uma amiga, ela teve a chance de fazer aulas de equitação, o que nunca saiu de sua memória. Apaixonei-me. Nunca me esqueci e sempre quis voltar a fazer, frisa a psicóloga, que transformou o sonho em realidade há 15 anos, com o hipismo. 

Para ela, a atividade vai além do exercício e domínio do cavalo. Saskia ressalta a importância do esporte para controlar a ansiedade. Na hora do salto fico ansiosa, salto o obstáculo antes do cavalo. Nessa atividade, é preciso sintonia com o cavalo; dominá-lo e dominar a própria emoção, a ansiedade, o medo. No momento do salto, as pessoas aprendem a saltar obstáculos na pista e na vida, pois há todo um preparo. Não se restringe só à pista; levo para vida como um todo, comenta a psicóloga.

Saskia vê até uma conexão entre os momentos da vida dela e as aulas de hipismo. À medida que fui fazendo treinos, senti-me fortalecida no dia a dia. Quando tenho algum problema, me pego automaticamente pensando nos obstáculos para poder me fortalecer e me organizar. Quando estou na aula, olho para o obstáculo, sento direito; se o cavalo estiver perdido, perdemos o rumo do obstáculo. Em muitos momentos de minha vida, paro e penso nisso; deixa eu me centrar, sentar direito na minha vida, porque no impulso não consigo resolver isso.

Com isso, Saskia diz que tem mais tranquilidade para enfrentar as situações do dia a dia. E os benefícios são tão bons para a psicóloga que ela chega a indicar o hipismo ao pacientes. 

Isso me ajuda no dia a dia a enfrentar os desafios, os obstáculos, metaforicamente. Precisamos ter uma organização, um planejamento, um controle da situação, para enfrentar os desafios, teoriza Saskia, que sonha ter um sítio e os próprios cavalos.

Osteoporose

Com a saúde em dia, a psicóloga argumenta que a atividade também faz bem para o corpo. Toda vez que vou ao médico e falo que faço equitação, eles falam que não é esporte, que o cavalo que faz exercício. Mas acho que todo mundo deveria fazer. Trabalha muito a musculatura, tem um trabalho físico, reforça ela, que também pontua o fato de praticar o exercício na parte da manhã, valorizando a importância do sol como cuidado básico para a prevenção da osteoporose.

http://hoje.vc/e545

 

Saiba o que pode provocar problemas psicológicos nas crianças

Apesar de comuns, as neuroses e psicoses infantis nem sempre são de fácil identificação. Conheça as principais causas desses distúrbios e como as escolas podem ajudar

 por Daniela Costa

Reportagem publicada na revista ENCONTRO  em 26/09/2016

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A comerciante Renata Bastos Correa apostou no diagnóstico precoce para cuidar da filha, Maria Eduarda, portadora de TDAH: "Uma das formas de controlar a ansiedade é praticando atividades físicas, por isso fazemos caminhadas regulares"    

(foto: Alexandre Rezende/Encontro)

 

Há 11 anos, a comerciante Renata Bastos Correa, de 43, foi informada pela escola em que o filho estudava que ele apresentava comportamento diferente das demais crianças. Na época, Lorenzo Bastos tinha 7 anos de idade e a mãe já havia observado que algo não andava bem. Em casa, o garoto nunca se cansava, estava sempre ansioso e agitado. A convivência familiar foi ficando cada vez mais difícil, e a escolar também. Mas não seriam essas apenas características de menino levado? O tempo lhe mostrou que não. "Comecei a procurar especialistas e após alguns diagnósticos foi comprovado o TDAH", conta Renata. O chamado transtorno do déficit de atenção com hiperatividade surge na infância e tem causas genéticas. Entre os seus principais sintomas estão desatenção, inquietude e impulsividade. "Apesar de ter me auxiliado a identificar o distúrbio, a escola não estava preparada para lidar com alunos com aquele perfil. Tanto que me orientaram a transferi-lo para uma instituição especializada", diz.

Em vez disso, a mãe decidiu buscar ajuda para o filho. O tratamento multidisciplinar, realizado com o auxílio de psicólogo, neurologista e psiquiatra, foi fundamental para dar qualidade de vida a Lorenzo e a sua família. Em pouco tempo o menino já conseguia se concentrar para fazer cruzadinhas e montar quebra-cabeças. "Hoje ele tem 18 anos e, sem dúvida, é outra pessoa." A irmã, Maria Eduarda, de 10 anos, herdou o mesmo problema. Contudo, já experiente, Renata soube exatamente como agir. "Uma das formas de controlar a ansiedade é praticando atividades físicas, por isso fazemos caminhadas regulares", diz.

Apesar de comuns, as neuroses e psicoses infantis nem sempre são de fácil identificação. Diretamente ligadas ao desenvolvimento, influenciam na capacidade de comunicação e sociabilização da criança. "Por isso, é fundamental que os pais fiquem atentos para entender o que, de fato, está ocorrendo. E já nos primeiros sinais, busquem ajuda profissional", orienta a psicóloga Saskia Andrade de Vasconcelos. Segundo a Academia Americana de Pediatria, 20% dos meninos e meninas abaixo dos 14 anos apresentam alguma dificuldade de neurodesenvolvimento. Para detectar o problema, é necessário aguardar que a habilidade seja adquirida. "Podemos observar certos padrões, como o uso de gestos por volta dos 9 meses de idade e pronúncia das primeiras palavras com 1 ano, entre outros. Quando não ocorrem naturalmente, é sinal de que algo está errado", explica a neuropediatra Cláudia Machado Siqueira, professora da UFMG.
 

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A pediatra Izabela Almeida Loureiro descobriu que a dispersão do enteado, João Koch de Andrade, tratava-se de um problema psicológico: "O dia em que ele conseguiu nos contar a história de um livro que havia lido dois dias antes, foi emocionante" (foto: Alexandre Rezende/Encontro)

Além dos pais e dos especialistas, os profissionais da educação têm papel importante no cuidado com a criança. Somente na rede estadual de ensino, são 3.650 escolas nas quais os professores são orientados a enxergar o aluno de forma individualizada. "Caso seja identificado algum problema, a família deve ser orientada a buscar assistência", diz Adelson França Júnior, diretor de ensino fundamental da Secretaria de Estado de Educação. A pediatra Izabela Almeida Loureiro, de 32 anos, observou que o enteado, João Koch de Andrade, de 8 anos, sempre foi inquieto. "Nunca se sentava no sofá sem pular ou virar de cabeça para baixo", lembra. Ficar parado era um desafio. O problema se agravou quando o garoto foi para a escola. Não prestava atenção nas aulas, demorava horas no banheiro, brincava até com as plantas. Estudar, que era bom, nada. "Após um ano com acompanhamento de uma pedagoga, começamos a medicação para TDAH e a melhora foi expressiva", diz. Antes do tratamento, João era muito disperso e não se lembrava de muita coisa, pois não conseguia se concentrar. "O dia em que ele conseguiu nos contar a história de um livro que havia lido dois dias antes, foi emocionante", diz.

De fato, por trás do comportamento perturbador, agitado ou inadequado em relação ao padrão, podem estar traumas e medos que precisam ser trabalhados. É o que afirma a psicanalista e professora Ana Lydia Santiago, autora do livro O que Esse Menino Tem?, que aborda o fracasso escolar e o risco da segregação. "Muitas vezes, o aluno que não se interessa pelos estudos é focado em outra atividade, como brincadeiras e jogos. É preciso interpretar os conteúdos inconscientes de palavras, ações e produções imaginárias de uma criança, para saber quais motivos a levam a agir de tal maneira", diz. Segundo ela, a proposta é incluir o aluno com o que ele tem de mais singular, e não separá-lo dos demais. "O diagnóstico correto é fundamental para fugir da generalização", afirma. "Seja o problema um distúrbio, fobia, deficiência ou transtorno, é preciso descobrir qual a sua causa primária para tratá-lo e evitar traumas futuros."
 

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http://www.revistaencontro.com.br/canal/revista/2016/09/saiba-o-que-pode-provocar-problemas-psicologicos-nas-criancas.html