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Áreas de Atuação

Psicoterapia Familiar

PSICOTERAPIA PSICODRAMÁTICA DE FAMÍLIA

 

Psicoterapia%20Familiar(1).pngE A FAMÍLIA, COMO VAI?

QUANDO O PAI É PAI E O FILHO É FILHO,

QUANDO O IRMÃO MAIS VELHO DESEMPENHA O PAPEL

DE IRMÃO MAIS VELHO

E O MAIS NOVO AGE DE ACORDO COM O PAPEL DE

IRMÃO MAIS NOVO,

QUANDO O MARIDO É REALMENTE MARIDO

E A ESPOSA É REALMENTE ESPOSA,

ENTÃO EXISTE ORDEM!

 

Indicações:

Crise conjugal;

Infidelidade, ciúmes, possessividade;

Impotência sexual e frigidez;

Crise familiar (morte, separação, doença na família, crise financeira);

Problemas de relacionamento;

Procedimento:

Marcar a Sessão Inicial pelo telefone de contato, esta sessão será realizada com o casal. Nesta sessão serão esclarecidos os motivos da busca de psicoterapia, apresentada a proposta de trabalho e realizado o Contrato de Trabalho, onde consta o valor das sessões, forma de pagamento,  etc.

Frequência: 1 Sessão de Psicoterapia por semana. Poderão ser necessárias sessões individuais com cada membro do casal e/ou família.

Assim como o indivíduo, a família também adoece por amor, ódio, insegurança, culpa, medo da perda, rivalidade, ciúme, inveja e por pressões que sofre constantemente pelos familiares e pela sociedade.

E quais são os sinais indicativos de uma família que está doente, ou seja, que não está funcionando de forma adequada?

  • Do ponto de vista da comunicação, a família disfuncional perde-se em críticas, acusações, silêncios e duplas mensagens. Há muita dificuldade em colocar-se no lugar do outro e rigidez em tentar novas formas de resolver problemas;
  • Do ponto de vista da estrutura familiar, os papéis são mal definidos, com filhos desempenhando papéis paternos e pais formando alianças com filhos, excluindo outro membro do casal;
  • Do ponto de vista da dinâmica familiar, há dificuldade em assumir a função de pais com suas responsabilidades e limites, bem como dificuldade em estabelecer objetivos familiares e organizar-se para atingi-los.

Assim, o sintoma de um dos membros da família como, baixo rendimento na escola, agressividade, depressão, medo e outros desvios de padrões de comportamento e problemas emocionais, vem acompanhado de disfunções em outras áreas do relacionamento familiar e envolvem outros membros da família.

Em uma família doente ou disfuncional, o papel do bode expiatório, geralmente uma criança, é quase obrigatório. O membro torna-se portador das ansiedades da família, culpa-se por todas as ações dos familiares, carrega a doença de todos para manter o equilíbrio da família.

Desta forma, para desaparecer o sintoma não basta o membro sintomático mudar. Sua mudança só será efetiva se toda uma série de outras mudanças ocorrerem. O que nem sempre é o desejado, porque implica em mudanças nos vários subsistemas da família (casal, pais, irmãos, avós,...) e o sistema familiar apresenta uma tendência à acomodação, onde tudo é feito para que as coisas permaneçam como estão.

Muitas vezes, o sintoma de uma criança, como por exemplo, o medo, pode desaparecer, se o casal mudar a forma de se relacionar entre si, como por exemplo, buscando uma aproximação. Como nem sempre o casal está disposto a isso, o sintoma do filho cumpre a função de ao mesmo tempo manter os pais unidos na preocupação com ele, e afastados de uma relação mais próxima entre si. Certamente esse processo não ocorre de forma voluntária, por parte dos pais e do filho, mas acaba se cristalizando numa forma de relacionamento que resiste à tentativa de mudança.

Cabe então, usar como estratégia de atuação, a Psicoterapia Psicodramática Familiar, onde a proposta é trabalhar os papeis e os vínculos familiares.

Desta forma, as ansiedades e as culpas são distribuídas entre os componentes da família, o bode expiatório é libertado da carga que assumiu, a comunicação objetiva e direta é restabelecida, os papéis de cada membro são redefinidos e os limites entre os subsistemas familiares são fortalecidos.

E então, podemos responder: A Família vai bem, muito bem, obrigada!